Acho que seria um problema difícil, senão impossível, fazer esse tipo de identificação, uma vez também que não existiria uma fonte 100% confiável.
O que se pode fazer é um julgamento pessoal de uma fonte a partir do nosso modelo de mundo que contruimos, testamos e reconstruimos o tempo todo, ou seja, as nossas experiências pessoais nos ajudam a fazer um julgamento da confiabilidade ou não de uma fonte. Julgamento que não é 100% certeiro, uma vez que nosso modelo de mundo não é 100% representação da realidade, mas que se aproxima dela na medida que se busca de modo sincero a Verdade.
O problema a meu ver, então, não seria a busca de fontes confiáveis, mas sim a educação à uma postura crítica em relação as informações que nos chegam por todos os lados.
Outro ponto, e passo seguinte, seria a possibilidade de agregar mais atores (críticos) na produção do conhecimento, diversificando os pontos de vista. E para isso, a web 2.0 está colaborando, e muito, na medida em que permite a interação entre quem publica e o público alvo.
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