A postagem "Valorização da Cauda Longa"obteve comentários de dois usuários.
Eles foram capazes de entender o tema e verificar a sua importância para as empresas e consumidores atrás de produtos específicos. Uma vez que o espaço físico é limitado, nem sempre é possível para as empresas estocarem produtos pouco procurados, desencorajando muitos compradores.
Como um dos colaborados comentou: "Já as grandes lojas virtuais, como atraem muitos consumidores a chance de que a procurem para localizar um livro específico é maior." Esse aumento é real e muito importante para as empresas gerarem receitas e permitirem compradores conseguirem itens que muitas vezes seria difícil ou até mesmo impossível de obtê-los.
O segundo colaborador percebeu que através da cauda longa, as empresas podem até mesmo ir até seus potenciais consumidores, verificando seus gostos e oferecendo produtos específicos que poderiam interessá-los, como é feito com a ferramenta AdSense do Google.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Valorização da Cauda Longa
O termo cauda longa se refere àquela parte da população que procura por produtos ou serviços que não são muito populares. Um exemplo prático seria uma loja de CDs/DVDs musicais. Grande parte das pessoas entram na loja procurando por uma banda ou um CD que esteja fazendo mais sucesso, porém há aquelas poucas pessoas que entram na loja em busca de material de bandas não muito famosas, que até mesmo a grande parte da população nem conhece. Essas pessoas fazem parte da cauda longa.
A inspiração do termo é devido ao formato do gráfico que representa o volume de pessoas interessadas em um produto. Abaixo temos um exemplo desse gráfico, que se trata do interesse de pessoas em uma livraria:
As lojas reais estão geralmente mais interessadas em vender um grande número de exemplares de um mesmo produto, procurando satisfazer os clientes que representam a cabeça da cauda. Com a internet, é possível aumentar a variedade de produtos sem ter despesas adicionais com o gerenciamento de espaço da loja. Lojas virtuais podem oferecer produtos diversificados sem a necessidade tê-los em estoque. Ao ser requisitado por um cliente, o vendedor realiza um processo de criar ou importar o produto para passar ao cliente.
Com essas possibilidades, a loja possui uma prateleira infinita, com produtos que podem agradar a todas pessoas que pertencem à cauda longa, e não somente aquelas que estão na cabeça. Para os vendedores isso é uma excelente oportunidade para gerar lucros. Para os usuários é uma comodidade muito grande, principalmente para pessoas com gostos diversificados.
Chris Anderson, autor do livro "A Cauda Longa - Do mercado das massas para o mercado de nichos", apontou em 2004 que no comércio eletrônico sempre existia demanda por praticamente todos os produtos, mesmo com a grande variedade de oferta. Na época, a Amazon oferecia 3,7 milhões de títulos, enquanto uma livraria física oferecia em média 100 mil. 25% das vendas da Amazon era representada pelos títulos que não interessavam às lojas físicas por serem pouco procurados.
O conceito da Cauda Longa aplica-se não só à venda de produtos, mas também ao acesso gratuito ao conteúdo digital. Anderson identificou 3 forças propulsoras do fenômeno da cauda longa:
- maior acesso a ferramentas para produção de determinados itens, como CDs;
- maior facilidade na disponibilização dos itens no meio digital;
- maior facilidade de encontrar itens de interesse na internet.
Links de lojas virtuais que valorizam a cauda longa:
Livrarias: www.livrariasaraiva.com.br www.leitura.com.br.
Lojas virtuais que os próprios usuários podem vender seus produtos:www.submarino.com.br www.mercadolivre.com.br www.amazon.comwww.ebay.com
Como podemos identificar fontes confiáveis de dados na internet?
Acho que seria um problema difícil, senão impossível, fazer esse tipo de identificação, uma vez também que não existiria uma fonte 100% confiável.
O que se pode fazer é um julgamento pessoal de uma fonte a partir do nosso modelo de mundo que contruimos, testamos e reconstruimos o tempo todo, ou seja, as nossas experiências pessoais nos ajudam a fazer um julgamento da confiabilidade ou não de uma fonte. Julgamento que não é 100% certeiro, uma vez que nosso modelo de mundo não é 100% representação da realidade, mas que se aproxima dela na medida que se busca de modo sincero a Verdade.
O problema a meu ver, então, não seria a busca de fontes confiáveis, mas sim a educação à uma postura crítica em relação as informações que nos chegam por todos os lados.
Outro ponto, e passo seguinte, seria a possibilidade de agregar mais atores (críticos) na produção do conhecimento, diversificando os pontos de vista. E para isso, a web 2.0 está colaborando, e muito, na medida em que permite a interação entre quem publica e o público alvo.
O que se pode fazer é um julgamento pessoal de uma fonte a partir do nosso modelo de mundo que contruimos, testamos e reconstruimos o tempo todo, ou seja, as nossas experiências pessoais nos ajudam a fazer um julgamento da confiabilidade ou não de uma fonte. Julgamento que não é 100% certeiro, uma vez que nosso modelo de mundo não é 100% representação da realidade, mas que se aproxima dela na medida que se busca de modo sincero a Verdade.
O problema a meu ver, então, não seria a busca de fontes confiáveis, mas sim a educação à uma postura crítica em relação as informações que nos chegam por todos os lados.
Outro ponto, e passo seguinte, seria a possibilidade de agregar mais atores (críticos) na produção do conhecimento, diversificando os pontos de vista. E para isso, a web 2.0 está colaborando, e muito, na medida em que permite a interação entre quem publica e o público alvo.
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